sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

16/01/2016 - Coolangatta, Gold Coast

Amanheceu frio e chuvoso, conforme a previsão. Vamos pegar o carro hoje, às 19 hs, no aeroporto.  Com ele iremos até Sydney, dia 26.
Relações intercessores: ontem tivemos duas relações intercessores, fora a garçonetes brasileiras. Falei com Nonoi e combinamos para domingo nos encontrarmos em Brisbane. E outra relação inter-pessoal daquelas do tipo " putz , que mundo pequeno é esse!". Vicky viu uma garota quando estávamos indo ao 7 eleven e falou "aquela é a prima de Ailyn,  ou é muito parecida". Estava em um grupo na parada de ônibus. Entramos no mercado, fizemos as compras e a china do caixa passou duas vezes o meu cartão,  sem sucesso. Vi que ela apertava algo quando passava. Aí eu falei: tenta mais uma, por favor. " Nem se eu tentar 100 vezes,  com esse cartão, vai passar" . Tentou mais vez uma ao meu modo e passou. Fale pra ela que não precisava tentar 100 vezes... Na saída do mercado, o grupo ainda estava na parada, mas as meninas não queriam ir lá pra conferir a prima de Ailyn. Me meti na parada e vi que o grupo falava brasileiro. Gio chegou e foi na garota: era ela mesmo. Mora na nossa rua, em Macaé! Mais uma prova de 100 %,  que mundo pequeno!
Encontrar uma vizinha de rua em uma praia secundária,  no outro lado do mundo.

15/01/2016 - Gold Coast

Hoje acordei cedo,  o dia radiante, muitas pessoas caminhando. Sai sozinho também pra dar uma volta de uma hora e pico.  Que lugar encantador, que capricho, que ordem, caminhos,,  banheiros públicos, parquinhos, chuveiros nas saídas de praia, caminhos para a praia, escadas...Fantástico. E pensar que poderíamos ser assim também,  somos (éramos)  a oitava economia, se não fosse a roubalheira total. Depoisfomos até Gold Coast, que fica a 22 km daqui. O Google Maps atualmente é uma ajuda incrível.  Informa o onibus para pegar,  que é o onibus 700. O próprio motorista cobra a passagem, mas tem que dizer onde vai descer, para calcular o valor.  Quatro adultos,  pagamos 30 dolares. Descemos no fim da linha,na conexão com o bonde (train). Lá é uma máquina que vende o bilhete d o trecho que se vai percorrer.  Recebi ajudá de una nativa: deve-se olhar num mapa a estação de descida e verificar em qual zona esta a descida. Paga-se então o trecho, que foram mais 4,8 dolares por cabeça. Agora que já sabia, ensinei para um cara da minha idade, talvez americano. Descemos logo após a estação Gold Coast. Tem muitas lojas e elas se esbaldaram. Primeiro lembrancinhas, depois roupas.  Fui até a praia e fiz fotos. Comemos algo, atendidos por uma garota que tinha cara de brasileira. Perguntei pra ela: tu entendes o que falo? Ela deu uma vacilada que também me deixou no contrapé, mas disse que sim. Era de Sao Paulo e veio para  estudar inglês há uns 10 meses. Tinha também uma de Porto Alegre. Voltamos pro hotel, começou um vento forte. Estavamos indo pra praia quando começou uma garoa forte. Choveu. Tivemos que ficar no apê, esfriou.





 As fotos acima são do meu passeio matinal. 
 Acima, escola pública de ensino médio.  Abaixo, Gold Coast, com o prédio mais alto
 A praia
Acima e abaixo, praia de Gold Coast

Acima: Os rios são limpos e as pessoas os aproveitam para lazer.  Abaixo, parada  do onibus em Burleigh Heads



quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

14/01/2016 - Chegamos em Gold Coast

Saímos de Fiji As 6 da tarde e chegamos aqui 3:30 depois, horário local 19:45. Um belo apto 2 quartos, sala cozinha banheiro e vista em frente à praia.

 Acima, aeroporto de Nadi. Abaixo, no traves de Nova Caledônia.

 Acima, pousando em Gold Coast. Abaixo, no aeroporto.

 Acima, o apartamento em Gold Coast, e vista da varanda.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

13/01/2016 - Última noite em Fiji

Hoje pensei em cruzar a ilha desde Sigatoka até o norte, em Ba. Enchi o tanque e o painel do carro indicava o pneu traseiro esquerdo mais vazio. O calibrador do posto não estava funcionando. Fui trocar $ , 50 dolares americanos, para pagar a gasol (consegui 103 dolares fiji) e foi até menos que eu botei de gasolina. No final, esqueci do pneu. Pegamos a estrada para o norte. Haviam me informado que na serra era muito íngreme e chovia sempre. Mas fomos. Uns 20 km depois o asfalto acabou. Decidi voltar para evitarr problemas, sempre olhando o aviso de pneu mais baixo. Mas seria interessante fazer esse cruzamento S//N.
Resolvemos entao voltar a Natadola.  Ficamos na praia. Eu e Vic atravessamos a pé , pelo mar, até a ilha e voltamos. Muito sol. Resolvemos voltar pro hotel. Passamos na cidade e comprei umas comidas no super, aperitivos. Na volta, depois do banho e do sono, preparei uns canapés com biscoito salgado, queijo e atum. Tomamos com cerveja. As gurias fizeram miojo - adoram.
Agora chegou a noite e estou fazendo este relatorio na varanda. Uma linda vista do entardecer.
Amanhã ainda teremos o dia todo, mas saimos do hotel depois do café. Nosso voo parte as 18 hs para Gold Coast, onde ficaremos 3 noites.














segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

11/01/16

Hoje teve piscina e uma dormida no final da tarde. Depois fomoms a Sigatoka, que fica a uns 5 km . Ja eram 6 horas e, quando estacionei, um local me disse para colocar uma moeda no parquimetro. Eu falei que ja eram mais de 6 horas ele respondeu "é verdade". O mesmo sujeito , depoisde se apresentar e perguntar de onde éramos, nos convidou para ver os artesanatos dele no primeiro andar. Praticamente todo o comercio já estava fechado àquela hora, então subimos, mas não compramos. Caminhamos pela cidade vazia e fechada, passamos pela rodoviaria, com vendedoras de frutas na calçada e compramos algo no supermercado. Antes, a compulsiva Silvia comprou uma calça num cafofo indiano por 1 dolar. Vejam que lindos manequins haviam na loja. Jantamos no hotel.

Acima e abaixo: ponte antiga em Sigatoka, do trem que não existe mais.

Acima: Vicky na beira do rio; abaixo, avenida onde passava o trem, em um nível mais alto.
Abaixo: rodoviária


ATENÇÃO,  CUIDADO, CENAS FORTES

Manequins em loja indiana de horrores.




domingo, 10 de janeiro de 2016

10-11/01/16 - Fiji

Ontem não postei nada.  Tomamos café no hotel eles são muito tranquilos, servem uma mesa, enquanto outras esperam. Demora.... E é um basicão, sem ovo e salsichas, como manda a tradição inglêsa.  Perguntei sobre a melhor praia e indicaram Natadola. Fica a uns 30 km daqui, voltando para Nadi. Ao sairmos da estrada principal embarcamos por um caminho errado, passamos por uma vilazinha e demos BULA, que é o olá daqui. Depois pedimos informação a um garoto com um facão.  Nos informou a direção mais ou menos. Vicky ficou com medo. Finalmente chegamos em Natadola. Tem alguns hotéis e uma passagem pública,  onde paramos. A água é morninha e quase sem ondas.  Mais para a esquerda, uns 500 m acho que é um riozinho ou braço de mar que entra e que é muito bonito. Fiz um filme lá, não levei a câmera nem celular. As fotos e que estou postando são todas do celular, pois baixo na hora. A filmadora e a Canon precisam de um notebook para baixar, porisso não são postadas. Depois fomos ver uma bateria de canhões da 2 guerra, instalada para defender dos japoneses a ilha. Nunca foi usada para isso. Descobri esse ponto no TripAdvisor. Depois voltamos a Nadi para deixar o carro. No caminho vimos que a idéia de fazer as passeios por transporte público ficaria muito demorado e, em alguns lugares, inacessível. Decidi continuar com o carro. Hoje vamos a Suva, a capital. No caminho deve ter algumas praias, vou perguntar.
Voltamos de Suva. A capital é um pouco mais organizada que Nadi. Tem um parque botânico ao lado do palácio.  Depois do parque fomos até uma parte alta da cidade, onde está a universidade de Fiji. Eu li o livro Fiji and Me,  de uma enfermeira americana,  Carol Philips, do Corpo de Paz, que veio trabalhar aqui uns 30 anos atrás.  Ela falou que a escola de enfermagem era neste alto, que era o fim da estrada e tinha uma vista linda da cidade. Resolvi ir até lá com a ajuda do Maps Google. Funcionou direitinho. O caminho de subida é cheio de mansões. Tem também a representação da Australia e a embaixada americana. No alto fica a universidade, prédios novos mas ainda alguns prédios antigos de madeira com a placa da escola de enfermagem. É domingo e estava fechado. A vista é realmente muito bonita.
Voltamos para o hotel e paramos numa praia no caminho. As praias não tem infraestrutura quase nenhuma. A não ser as dos Resort, para os hóspedes. Nem indicações para as praias existe. Neste ponto a parte turística é falha. E na verdade, de forma geral, a parte turística é falha. As praias com areia são ótimas para banho de mar, mas não tem uma bebida ou comida. Muitas praias tb são com seixos de coral ou pedregosos. Alguns mangues na costa NW. As melhores são na casta sul, onde tem muitos resorts isolados. E tem também as outras ilhas menores, que são paraísos, suponho.
Hoje 11/01, resolvemos ficar no hotel, na piscina, relaxando um pouco.




 As 3 fotos acima são de Natadola. Existia por toda a ilha um trenzinho de bitola estreita, usadopara puxar cana para as usinas . Atualmente só sobraram os trilhos.
 Acima, um canhão da bateria de Momy Bay. Abaixo, centro de Nadi.

 Dia 10, voltando de Suva, paramos nesta praia para um banho rápido, sentados à sombra deste coqueiro.

Hoje, 11/01/16,  na piscina do hotel.


sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

8/1/16 - Fiji

Chegamos em Naji / Fiji as 15 hs local. Estava bastante quente e úmido. Fiz um câmbio dos dólares australianos que sobraram e uns pixulecos em americanos. Com isso comprei um chip local +679 8670851 para ter Internet e GPS no celular.. Pegamos um Cherokee e fomos pro hotel a uns 60 km, pouco depois de Sigatoka, no sul da ilha. Amanhã levamos o carro de volta,  parando nas praias, e voltamos de onibus. Aqui são 2 horas a mais que Sydney.  R