quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

7/1/16 De volta a Sydney

Voltamos para Sydney, no trem das 8:32 da manhã e chegamos as 7:53 da tarde. Estamos no Ibis Budget do Aeroporto, saímos pra comer um KFC aqui ao lado, com wifi grátis por 15 min. O hotel cobra  20 dólares.




Amanhã partimos para Nadi as 9 da manhã

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

6/1/16 - Ultimo dia em Melbourne

Como perdemos o passeio aos 12 Apóstolos, fizemos uma caminhada pela cidade. Troquei dinheiro no banco e cada vez que troco tenho a impressão que estou sendo logrado. Tomamos o bonde gratis até o mercado da Rainha e depois seguimos a pé até a universidade de Melbourne. Um campus grande, dentro da cidade, ao norte. Apesar de bem compactada, tem espaços para caminhar e árvores.  Na sala de informações nos deram algumas indicações,  mais, tem no site. Voltando para o bonde gratis, passamos pela Sala de Banhos,  um predio antigo, público, com uma piscina dentro e areas de exercícios e atividades esportivas. Vejam na foto um pouco da historia, que começou por volta de 1860, quando o rio Yarra, que banha a cidade e era usado para banhos e para beber, estava tao poluido que causou uma epidemia de tifo. Dai resolveram construir essa casa de banhos.

Tomamos a linha 35 do bonde grátis,  que faz um circuito circular pelo centro da cidade. Voltamospro hotel aí pelas 17 hs, descansamos um pouco e saimos pra jantar. Hoje fui de salmao tasmaniano atlantico. Não entendi o nome, pois Tasmânia fica no Pacífico. Porque o atlantico? Mas estava saboroso. Também macarrão e frango. E o tradicional taça de vinho shiraz de cortesia. As fotos não estão na sequencia correta crono.
Abaixo, rua Bourke, chegando na Elisabeth


 Acima, a Universidade de Melbourne. Abaixo, rua dos restaurantes. Tinha um pássaro gritando no topo. Quando tirei a foto, peguei ele saindo.

 Acima, esperando o bonde. Abaixo, o restaurante.

Prato do dia: salmão tasmaniano

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

5/1/16 -Melbourne, primeiro dia

Vamos começar com as mas noticias: acabou a memória da Canon, 2 Gb. Não tenho Cabo da Canon para baixar para km micro e pen-drive. Em último caso, talvez compre um flash card novo. Ainda bem que trouxe um outro de 1 Gb.
E a pior noticia: todas as excursões para os 12 apóstolos estão lotadas para amanhã,  nosso último dia aqui. Tão perto e tão impossível.  Quer dizer, impossível, não; poderia alugar um carro, que seria até mais barato. Mas não estou com saco de dirigir agora, fora do planejado. Outra opção seria ver quanto ficaria um táxi. Mas, em princípio, está descartada essa ida ao que eles chamam de Great Oceanic Road. Na recepção do hotel nos disseram que foi naquela região que houve os incêndios nos campos, noticiados em dezembro. ENFIM...
Hoje tomamos café no hotel, incluído na diária.  Baita café... Depois fomos ao Mercado Rainha Victoria, um grande bazarzão de carnes, vegetais, queijos e camelodromo.  Comprei moranguinhos. Comemos milho. Encontrei o Douglas e a Marilia, ele um um colorado gente boa que está em Brisbane pelo Ciência sem Fronteiras, engenharia de Minas. Está desde setembro fazendo inglês. As aulas de engenharia começam em março e ele fica até o fim do ano. Ela, gente boa, mas gremista...Um grande abraço para os dois. Me falaram que tomaram um caldo de cana no mercado da Rainha Victoria, mas o cara do caldo já tinha ido embora.

Depois fomos ao parque Fitzroy. Caminhamos até a Estação Flandres, onde um guia da prefeitura, vestido de vermelho, nos indicou pegar um bonde. Tem um bonde circular gratis, que contorna todo o centro da cidade. Pegamos para a direção errada, desembarcamos e pegamos o certo. Descemos no ponto errado e caminhamos de volta. O parque Fitzroy (Fitzroy Gardens) existe desde os primeiros ingleses por aqui, em meados de séc 19. Muitas árvores foram plantadas naquela época.


Na volta do parque, passamos na catedral da igreja anglicana da Australia, a imponente catedral de São Paulo.


Depois fomos jantar no mesmo boquinha de ontem, outro restaurante.  O garçom a à garçoa eram brasileiros, de São Paulo.  Carne de canguru (para o nojo das mulheres), salada e a tradicional Carbonara. Uma taça de vinho de cortesia e sobremesas. Total 120 dólares.
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segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

4/1/16 Chegada em Melbourne

Anotei algumas na viagem de trem: ao pegarmos o campo, os terrenos são campos amarelados. Aí pelas 11:30 anunciam pelo alto falante que serão abertas as inscrições para o almoço: frango ou carne (ambos com batatas) ou massa. Eu fui de frango, Vicky de carne, 9 dólares cada. As 12:25 chamaram para buscar as reservas. Não há um vagão restaurante no trem,  só um bar,mas não se pode comer ou beber lá.  Tudo deve ser consumido na poltrona. Eles dão uma caixa de papelão em forma de bandeja, tipo o Macdonalds, onde se encaixam os copos e tem lugar para o sanduíche. O almoço estava saboroso e vem com pão e manteiga. Dois exemplos de civilidade: aí pelas 13:30 o barmen anunciou pelo alto falante que estava sem moedas de 1 e 2 dólares. Ouvi um tilintar de moedas e muitas pessoas se levantaram para levar moedas para o barmen. Logo veio uma velhinha, mas o barman novamente falou pelo alto falante, agradecendo e dizendo que não precisava mais, já era suficiente. A velinha que estava indo levar as moedas sorriu e deu meia volta. Outra mostra de civilidade: ao dispensar a caixa de papelão do lanche, as pessoas desdobram ela para ela ficar plana e ocupar menos espaço na lixeira. Este botocudo que escreve simplesmente jogou as caixas armadas, que praticamente fecharam a boca do recipiente do lixo. Atrás de mim uma menina veio com a caixa desmontada. Foi aí que eu percebi...Encontrei um casal chileno no trem. Ela está fazendo doutorado em fonoaudiologia, com uma beca chilena. E ele, pelo que entendi, faz algo ligado ao tênis.  Moram em Melbourne e estavam voltando depois de passar o fim do ano em Sydney. As 15:10 entramos em Victoria, depois de cruzarmos um rio. Muitas ovelhas, gado preto e rolos de alfaia. Muitos eucaliptos. A paisagem as vezes em coxilhas, as vezes em pampa.
Chegamos no horário, 6:30. Fomos pro hotel e saímos. Pegamos o por do sol na orla do rio. Jantamos no Max, na Hardware Lane. Comi centojas empanadas com batatas fritas. A taça de vinho foi cortesia. Penso em comprar um passeio para os 12 apóstolos para depois de amanhã, a 109 dol por pessoa. É mais barato alugar um carro, mas é mais tranquilo ser conduzido.









domingo, 3 de janeiro de 2016

4/1/16 Rumo Melbourne

Já estamos sobre trilhos. Acordamos as 5:15 para tomarmos o trem das 7:32. As meninas capotaram


Sydney, último dia, 03/01/2016

Nossa missão era o museu náutico,  na orla do porto, em Darling Harbour.  Pegamos o trem até a Central e, de lá,  o Light Rail, que é um tipo bonde. Tem que passar o cartão na entrada e não sabíamos. Pensei que fosse uma continuação da estação Central.  Mas, raciocinando, o bonde fica fora da estação,  então é contado como outra viagem. Dentro do bonde uma cobradora falou que eu não "tap" o cartão,  que eu tinha que descer e tap. Assim fiz na Estação seguinte e voltamos pro bonde, que nos deixou no Museu Náutico.  Tem um navio da marinha e um submarino para visitar. Na saída, passamos na galeria ao lado da ponte, a mesma da janta de ontem, e comemos cachorro quente,  muito gostoso. Caminhando pelo porto, começou uma chuva forte por uma hora. Aí resolvemos ir ao cinema, por trem, ver Sufragettes, no bairro Macdonaldtown, muito legal, um bairro bem descolado. Voltamos até o centro Circular Quay (eles pronunciam Kei), para jantar. Vic queria o Carbonara que ela sempre tem que comer. Eu fui de pizza e chope. Voltamos pro hotel umas 9:30 para arrumar as malas. Amanhã dia 4 saímos de Sydney rumo Melbourne, no trem das 7:32 da manhã.  Chegaremos em Melbourne as 6:30 da tarde.
Mapa do museu 
Porto de Darling Harbour
Darling Harbour
Idem
Os três macaquinhos em um pub num prédio que já foi banco da Australia
Casa em Macdonaldsvile
Centro de Macdonaldsville
Baia de Sydney, última noite.

sábado, 2 de janeiro de 2016

Sydney, 02/01/2016

Mais um dia de caminhadas. Saímos tipo 9:30 e fomos até  a estação Saint James,  Gio queria um filme pra polaroid. Acabamos comprando unas cositas na Uniclo. Descemos até o Circular Quay e fomos ao Museu de Arte Contemporânea. Por Gio. Não sei se por ser sábado,  entrada gratuita.

Ficamos uma hora e Saímos em direção à ponta, chamada The Rocks. Numa quebrada vimos uma mulher comendo milho e fomos procurar. Demos com uma espécie de feira de artesanatos na rua, o The Rocks Market, na rua George. Vendem bijuterias, roupas, quadros...
Depois do milho, descansamos un ratito na grama debaixo da ponte ,  guiados pelo GPS fomos procurar o Aquário, uns 30 min de caminhada. No meio do caminho tomei um sorvete horrível e as meninas um milk -shake pior ainda, eu uma van parada na escada da ponte.

Continuamos a caminhada até Darling Harbour, une está o Museu maritmo.  Já eram umas 5 da tarde e decidimos voltar amanhã. Tem umas visitas submarino e outro barco e umas simulaçoes. Vamos ver amanhã.  Jantamos num restaurante na beira da Baía,  hambúrguer,  fish and chips, salada.  Cerveja Corona : não encontro cervejas ao meu gosto nesses países anglófonos,  todas são amarguentas para mim. Aos sábados tem queima de fogos as 21 hs, mas todas resolveram voltar p hotel. Fui voto vencido. Com a ajuda do celular, pegamos o ônibus até a estação Saint James e  de Lá para o hotel.