quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Paris, again - 15/01/14

Depois de uma semana, cá estamos de novo.  Londres é muito cara. A Europa é muito cara, de maneira geral. Os impostos são muito altos. Ontem estava vendo a propaganda do C4 Grand Picasso  e estava por R$64000, 00, quase o preço do Brasil. É claro que a renda aqui na França é bem maior que a nossa e os servicos públicos nem se comparam.
Voltando ao passeio: na quarta, dia 8 fomos conhecer o palácio de Bukingham.  Caminhamos pelo Green Park até o palácio. O parque é muito bonito. Já quanto ao palácio,  Vic não gostou muito. Acho que esperava um tipo Cinderela, afinal, la dentro mora a rainha da Inglaterra. Caminhamos depois pelo parque de  Saint James, na frente do palácio e dobramos na Pall Mall até Trafalgar. Nesse trecho passa-se pelo automovel clube da Inglaterra.  Não sabia o que era e entrei. O porteiro me informou que é só pra sócios,  um troço do outro mundo em termos de suntuosidade. Pena que não tirei uma foto. Jantamos num McDonalds da Parliament str, perto da Trafalgar, a pedido de Vic, que queria aproveitar pRa comer porcaria, enquanto a vovó não estava.
No outro dia ficamos nos arrdores do hotel. Fomos ver o navio Cutty Sark, uma escuna (clipper) construida no sec XIX para transportar cha da China, India e Ceilão,  para a Inglaterra.  Lá é contada a história do chá,  que foi introduzido na Inglaterra  nos anos 1600 e se disseminou rapidamente, virando uma instituição. Entao foi criado um mercado gigante para buscar o cha no oriente, inicialmente na China. Isso me faz pensar na criação de necessidades consumistas e no capitalismo gerador de estruturas. Depois do navio, caminhamos até o Observatório de Greenwich,  passando antes pelo antigo Colegio Naval (Old Naval College) e sua Sala Pintada (Painted Hall). É uma sala com o teto todo pintado com varias divindades do Olimpo.. A moça informou que aquela sala era um refeitório. Depois caminhamos até o Observatório,  no alto de uma colina. Era uma dia de sol com nuvens e estava muito frio. Lá tem as medidas padrão do pé e da braça em uma estrutura de bronze. No chão está marcada a linha Zero do meridiano, o Meridiano de Greenwich. Numa carrocinha comemos um pão com bacon e coca e descemos o morro de volta pro hotel, aproveitando para conhecer as redondezas do bairro de Greenwich.
No dia seguinte fui com as meninas até a Abbey Road, onde os Beatles cruzaram a faixa de segurança e fizeram a capa do último disco. Silvia ficou no hotel.
 Pague £4 para uns caras que ficam lá com uma maquina deles para fotografar por £14 ou com a nossa por £4. Tiramos a foto nós três.  O estudio Abbey Road ainda funciona ali e tem o muro da frente todo assinado por fãs,  que deixam seus nomes e alguns escrevem algo. Deve-se pegar a linha Jubilee do metrô e descer na estação Saint John's Wood e andar mai 3 quadras. O curioso e que se passa por uma rua chamada Waverly Place. Tem um seriado adolescente com ese nome (As feiticeiras de waverly place). Depois voltamos para o centro e fomos ao Museu Britânico.  Ficamos umas 3 horas la dentro, que tem uma exposição impressionante de fragmentos gigantescos, originais, de palácios e ruínas da Babilônia, Egito, Americas, etc. Mumias egipcias, a pedra  de Roseta (descoberta na cidade de Raschid, dita Roseta),  original de Champollion, que serviu de elemento chave para se desvendar os hieroglifos egípcios. Mas tudo isso cansa muito, para se fazer em uma tarde. Como os museus na Inglaterra são grátis,  poderia-se voltar aos poucos e conhecer melhor. Na sexta, ultimo dia, a Silvia saiu conosco e quis ir a Abbey Road tirar uma foto. Depois andamos pelo centro da cidade.
No sabado pegamos o trem de volta a Paris. Saimos as 14 hs e chegamos 2:30 hs depois. No domingo em Paris subimos o Montmartre (morro dos martírios) e almoçamos em um restaurantezinho indicado pelo canadense que vendeu a miniatura da padaria, ja na descida, na rue des abesses, comida do NW frances. Comi Canard, que parecia uma mini picanha, e 2 taças de vinho.
Na segunda
Na terca batemos com a cara no louvre fechado. Fomos antes na BHV, comprar as palmilhas de frio. No subsolo, onde estão as palmilhas,  tem uma loja de ferragens que e o Ó!  Depois fomos para o Qt Latin, do outro lado do rio e caminhamos pelo Blv S Germain e Saint Andre des Arts.
E hoje, quarta, andamos pelo Fauboug Saint honore, entramos no hotel finissimo onde a mae pegou uma boca livre com a Ena. Fomos a igreja de la Madeleine e acabamos no Laffayette.

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Londres, dia 8/jan/14

Obrigado queridos seguidores Mari e Paulo. Finalmente seguem as primeiras fotos.
Hoje foi um dia inutil, depois de ontem em Liverpool. Acordamos ontem as 4 de la matina, para pegar o trem das 5:26 para Liverpool. Este trem tambem manda bem, chegando a 160 por hora, pelo GPS. Chegamos as 8:03, precisão britânica. O dia estava amanhecendo. Saimos da estação e, como ja conhecia os arredores pelo Street View,  sabia mais ou menos o caminho. Como só tinhamos marcado o encontro com nosso guia as 11hs, tínhamos 3 horas para caminharmos e tomar um café. Depois caminhamos até a Albert Docks, que é uma grande construção na beira do rio Mersey. Liverpool é muito antiga como cidade. Era uma aldeia de pescadores e sempre manteve essa tradição pesqueira. Durante a II Guerra ela foi a cidade mais bombardeada da Inglaterra, depois de Londres, pois por seu porto chegavam e partiam os comboios de abastecimento vindos dos EUA. Depois da guerra ficou meio paradona e desse meio gerou uns tipos geniais que formaram os Beatles.  Atras deles que muitas pessoas vem a Liverpool e foi por isso também que nos viemos à cidade. La no Albert Docks ha muitos restaurantes e algumas lojas de souvenir. Na entrada sul das docas tem uma loja de souvenir dos Beatles e entrando no predio, do lado esquerdo existe uma loja de artigos náuticos que vende alguns livros bem interessantes. Encontramos nosso guia James e saimos pela cidade no nosso passeio de 2 horas. Passamos pelas casas de Ringo e George, que moravam em casas mamis simples. Depois fomos nas escolas onde eles estudaram, no colégio em cujo quintal John e Paul se encontraram pela primeira vez (John ficou impressionado com aquele cara de 15 anos que tocava guitarra tão bem, ate melhor do que ele). Bem na frente do colégio tem uma igreja anglicana com um cemitério ao lado. Ali esta o túmulo da Eleanor Rigby, que ninguém sabe exatamente porque aparece na musica de mesmo nome. As casas de Paul e de John já ficam em bairros de classe um pouco mais alta que os dois anteriores, mas todas são relativamente perto. Devemos tentar imaginar a cidade no final dos anos 50. A casa de John foi comprada pela Yoko e doada para o Patrimônio Público da Inglaterra e a de Paul o próprio patrimônio encampou-a.  Depois fomos ao Cavern Club, que fica em um bequinho no centro da cidade. Para se chegar lá desce-se por uma escada dois andares: o clube fica nas fundações do prédio acima, feitas todas de tijolos aparentes e 3 ambientes com passagens em arco. No nicho central dos três esta o palco, que sempre tem gente tocando a partir das 14 horas. Sentamos em uma mesa, eu tomei um chopp local e comprei uma coca para as meninas. Tem muitos coroas da minha idade e mais velhos, mas também vem muitos jovens. No horário que fomos não estava cheio. Tem umas 8 mesas na lateral, mais umas 6 na pista central, com o pequeno palco de um lado e o bar no oposto, e na outra lateral mais algumas mesas e a loja de souvenir. Ficamos uma meia hora e percebi alguns tipos que - sozinhos - ficam olhando para o palco, perdidos no espaço,  talvez imaginando o passado que houve ali e o que aquilo representou para ele e para o mundo.Depois saimos do a caminhar, comemos perto da estação em um bar antigo, com as paredes e o teto muito trabalhados. Gastamos mais algum tempo para esperar o trem das 21:48. Surpreendentemente ele não chegou. Entramos na plataforma indicada na hora correta e íamos entrar, quando veio um cara da estação dizendo que o trem estava sendo recolhido. O nosso trem estava atrasado uns 40 minutos por causa de inundações em algum trecho da linha. Realmente (indeed) ele só foi sair as 22:35. É estranho, mas os trens são relativamente longos, com primeira classe e classe banco fixo, que foi essa que pegamos, mas muito pouca gente usando. No trecho Londres/Liverpool há umas 8 paradas e demora umas 2h30min. Entao eu fico pensando na economicidade dessas linhas ds trem. E são trens de empresas privadas,  no caso a Virgin Trains, imagino que do mesmo dono da cia aérea. Chsgamos no hotel aí pela 1 da manhã e gastamos umas £35 de taxi do hotel ate a estação de Euston.








Hoje a mãe melhorou e saiu do hotel. Para agradá la fomos na Harrods.  So tem coisa muito cara. Passamos umas 4 horas la dentro, jantamos num ristoranti italiano ali ao lado (£100) e viemos para o hote: dia inutil. Amanha quero ver se vamos ao British Museum e a Abbey Road.

domingo, 5 de janeiro de 2014

5 janeiro- 2 dia em Londres

Hoje dna Linda acordou com tosse e alguma febre. Nao é mole para 82 anos. Portanto ficou no hotel. Depois de tomarmos o café, levei o café no quarto para ela e saimos com o objetivo de irmos até a estação Royal Cross ver o Harry Potter. Sem a velhinha as coisas fluem mais depressa e chegando lá fomos à loja HP. Depois de uns chiliques de Gio, vendo as coisas e tudo querendo, compramos  alguns regalitos gastando £ 54, e , na saida, tiramos as fotos do carrinho de malas entrando na e coluna da plataforma 9 3/4  . Compramos alguns livros na livraria ao lado e caminhamos pelos arredores da estação.
Retomamos o metro para Green Park, para irmos até o Palácio de Bukingham.. O Green Park é muito bonito mesmo no inverno, com muitos esquilos correndo por lá. É uma pena que no nosso hemisferio nao existam - que eu saiba - esses bichinhos adoráveis nos parques. Apesar do frio, tava fazendo uns 8 graus, tinham pessoas jogando bola de calção. Na frente do palacio de Bukingham fica o parque de Saint James, com a trilha em homenagem a lady Di. Cruzamos o parque pela metada, na ponte Blue e fomos ate a rua Pall Mall, e dali para a Trafalgar Square. Apesar de serem por volta das 17 hs, ja estava escurecendo (saimos do hotel por volta de 11:30). As gurias queriam McDonald's e, ja que a vovó nao estava junto, fomos a ele. Comemos mal, literalmente. Compramos mais algumas quinquilharias, acho que estavam mais baratas que em outros lugares. Depois pegamos o Underground para voltar e chegamos no hotel as 18:30.
Algumas considerações sobre o metro de Londres: para mim é muito confuso, em relação ao de Paris. Ainda mais se tiverque pegar o trem, como é nosso caso, que estamos em Greenwiche temos que pegar o trem de suburbio para completar o percurso. . Os mostradores das estacoes de trem sao para iniciados, apesar de o guardinha me ter falado que os destinos estao em sequencia alfabética. Depois de encontrar a estacao (letra G de Greenwich), deve-se descobrir a hora e em qual plataforma o trem vai sair. Pra quem nao e local,acostumado isso, se sofre um pouco .
Mas o maior sufoco foi a saida de Paris com o Eurostar. Haviamos combinado com um taxista para ele nos apanhar as 16:30 e ele so passou 1640. Ja havia solicitado o outro taxi na recepção, pois achei que o cara havia esquecido. Entao as 1635 solicitei o taxi e eles disseram que em 5 min estaria la. Nisso chegou o taxista que haviamos combinado. A recepcionista dispensou ele pois o que ela chamara ja estava chegando. Que nada, , so chegou 1705 e pegamos engarrafamento. Saimos correndo na estacao, subimos, checkin, passaporte, raio x, etc. Conseguimos chegar uns 5 min antes do trem sair, suando em bicas pela correria e expectativa. O trem atinge 300 km/h e não se sente nada. Foi o transporte terrestre mais rapido que nós ja andamos.
Pena que não estou conseguindo postar fotos, não consigu fazer upload no tablet. As fotos já estão no tablet, mas não consigo fazer upload.. A propósito,  trabalhar com tablet é muito mais chato que em notebook, pelo menos para mim. Acho que precisa do flash player e essa droga de  android não tem...

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Paris, 2 janeiro 2014

Chegamos em Paris no domingo a noite. Esperamos a dna Linda, que chegava pela TAP ai pelas 19 hs. Antes disso comemos no Astrolabe, no aeroporto, um belo sanduiche com aquela baguette deliciosamente crocante. Apos nos encontrarmos, pegamos uma van da Iberia, cujo balcão fica junto da esteira de malas, que faz esse serviço de levar para hotéis. Fica a 15 euros por pessoa e nos deixou no Novotel Porte de la Chapelle. Como haviam mais 3 passageiros equatorianos (um pai com um casal de filhos) passeamos um pouco por Paris. O hotel dos equatorianos ficava perto do Arco do Triunfo.
No dia seguinte fomos a torre Eiffel. Compramos 5 tiquets de metro para 3 dias (25 euros cada). Era 30 de dezembro e as filas estavam gigantes para subir na torre. Caminhamos por la e uma mulher fantasiada de bruxa se ofereceu para tirar fotos. Depois ela queria 5 euros. Dei uns 3 euros e ela ficou insistindo nos 5 euros, ate que eu falei um NON! Ai ela foi embora. Depois subimos para o Trocadero. A Gio queria andar no carrossel, mas não andou: começou a cair uma chuva fina. Fomos para o hotel e compramos comidas para a noite e para o cafe da manhã. Jantamos no hotel.
No dia 31 fomos a Notre Dame. Na ponte de acesso a Ile de la Cite, na lateral de frente da Conceirgerie, Silvia jogou minha luva no Sena. Mas nao naiu, ficou porfora da ponte. Com a sombrinha, consegui pescá-la. Havia tambem um saquinho vermelho que Giovanna pegou e estava com rublos.
Também havia uma fila grande para entrar na igreja, mas em menos de 30 minutos conseguimos entrar. Ficamos um bom tempo lá e tiramos muitas fotos. Me pareceu bem diferente do que da 1 vez que eu fui com Silvia, em 1992, quando nao havia tanta gente e me pareceu mais fria. Dessa vez achei mais encantadora.
Depois de Notre Dame, fomos jantar no Dante, que fica na rua de mesmo nome. Depois da janta, dna Linda não quis ir a torre Eiffel passar o ano novo e esperar pelo aniversario de Vic e foi de taxi para o hotel. Pegamos o metro para a torre e chegamos la as 20 hs. Caminhamos para o lado do Trocadero e nos instalamos lá a espera da virada. Começou a encher de gente, de muitos lugares do mundo, todos bem comportados. Tomei um vin choude (?), mas foi pouco, pois estava frio. A cada hora a torre piscava suas luzes. Porem, quando chegou a meia-noite, nada. Nao houve fogos nem nada na torre. Foi um fracasso. Abraçamo-nos pelos 15 anos de Vic e pela entrada do ano novo. Comentei com uns portugueses que estavam ali e eles também tiveram a mesma opinião, e que e no ano 2000 tambem houve essa falha. Sei la se foi falha ou não, só sei que todos esperavam pelos fogos e saimos frustrados.
A saida pelo Trocadero foi uma massa hiper-compacta de gente. Silvia e Gio estavam apavoradas e Vic foi a nossa lider. Caminhamos para a direita e, aos poucos, as coisas foram melhorando. Entramos num bar e tomamos chocolate quente. Junto ao Arco do Tiunfo entramos pegamos o metro, que ate que estava bem, sem aglomerações, na direção Pasteur, onde pegariamos a nossa linha 12 para o hotel. Quando chegamos lá, informaram que nao haveriam mais trens para a linha 12 e saimos para a superfície tentar taxi. Nao estava muito facil àquela hora. Liguei para dna Linda, para ver se ela conseguia com o hotel, mas logo em seguida desceu uma pessoa de um taxi bem na nossa frente e pegamos ele, que nos levou pro hotel por 35 euros, preco de ocasião (pra ele). Mandei mensagens para a mãe, informando de nosso táxi. Chegamos no hotel aí pelas 03 hs.
Dia 1/1 - aniversario de Vic. Fomos a capela de N S Medalha Milagrosa (rue de Bac 140). Assistimos missa com vovó Linda e ela comprou medahinhas. Depois caminhamos por ali, que e muito simpatico o bairro e jantamos no Le Pres, na 4-6, rue du Four. Jantamos bem, com vinho (as meninas hot dog gratinado), por 150 euros. As meninas insistem em cheeseburgers e hot dogs. Vovó Linda e as netas voltaram de taxi e o casal voltou de metro. Na volta, paramos no mercado para comprar o cafe da manhã: sanduiche, com chocolate e suco.
Hoje, 2/1, o dia foi de sol pleno. Mas perdemos nas cercanias do Blv. Haussmann. Queria ir ate a Uniqlo, pois tinha dicas de roupas para o frio. Dna Linda ficou impaciente, querendo ir ao Lafayette. Deixei ela lá e falei para ela esperar por nós. Pensei que ela fosse ficar fazendo o trotoir dela , la dentro da Lafayette, que tem miles de lojas de grife., enquanto nós estariamos na uniqlo. Algum tempo depois voltamos e ela estava desesperada, sentada num banquinho, disse que quase morreu. Mas passou , e depois de uma espera para shopping (que resultou em nada), fomos jantar ali perto no Brasserie Le Royal (8, rue Lafayette), por 101 euros. Comi uma especie de picanha (apesar de ter pedido peito de pato); pediram também, omelette, tagliatelles deux saumon e o cheeseburger. Agora estou aqui no quarto do hotel, terminando o vinho de ontem e ja com quase tudo pronto para amanha deixarmos o hotel de manha , passearmos e tomar o trem das 18hs para Londres.

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

O ano já está terminando. Decidimos, a partir do inicio de novembro, que nossa nova aventura seria na Europa. Pesquisando preços de passagens, vi pela Iberia um triangular com Nova York por R$12000,00 e encarei. Depois foi o trajeto. Vamos passar o ano novo em Paris. Então precisava continuar o trecho de Madrid a Paris. Pesquisei pela Edreams e consegui um Madrid/Paris/Madrid por R$2566,00 e comprei.
Dias depois a Edreams alterou a data de volta e me ofereceu um voo que não combinava com a conexão da viagem seguinte para NYC. Questionei e alguns dias depois ela me colocou em um voo no dia anterior ao combinado inicialmente. Tudo bem, em vez de dormir em Paris e pegar um voo bem cedo p/ Madrid, sairemos no dia anterior e dormiremos em Madrid. Quando vi a conta no cartão, no final de novembro, verifiquei que eles (Edreams) estavam quase que me cobrando 2 vezes o preço. Reclamei e agora dia 18/12 eles me mandaram um email informando que estão estornando 130 euros. Mandei outro de volta dizendo que além desses 130, pelas minhas contas ainda faltam uns 120 euros. Resumo da coisa: aconselho a usar a Edreams só para verificar os preços, mas, na hora de comprar, use o site da própria cia aérea.
HOTÉIS:
Depois de arrumar os aéreos, fui a caça dos hotéis. H para 4 em Paris (bom e barato) só consegui meio longe: Novotel Porte de la Chapelle (R$ 1600,00 por 5 noites); em Londres, Novotel Greenwich (R$2350,00 por 8 noites); Passagem de trem Paris/Londres/Paris (R$1518,00). Um pulo em Liverpool de treem (R$390,00). Hotel em NYC 8 noites(R$2960,00).
Vovó Linda vai conosco a Paris/Londres. Tive que comprar aptos e trens extras, mas deu tudo certo.
DICA - trens são mais baratos nos fins de semana ou em horários na madrugada.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Fomos roubados!!!!

Não postei antes isso por vários motivos. Um deles é que eu não havia conseguido as fotos que captam o exato momento do que aconteceu. Agora que consegui as fotos, aí vai...
Acho que foi na sexta-feira, no dia que fizemos um passeio idiota até perto de San José, longe pacas de SFrancis, pro sul da cidade. Estávamos procurando um Walmart e não sabia que era tão longe. No final, decidi voltar, deixando de perder mais tempo que já havíamos perdido. É como acabar por vender as ações em baixa, pra parar de perder. Voltamos pra cidade e as meninas queriam um Jack'n. Fomos lá perto da Union Square. Depois de estacionar do outro lado da Market, caminhamos até a lanchonete e fiz os pedidos. Eram umas 2 da tarde e a lanchonete estava quase vazia. Sentamos em uma mesa do fundo e coloquei a mochila pendurada na minha cadeira. Estava comendo e reparei, com o canto dos olhos, que havia um cara meio pobre, que sentou no lado oposto do corredor. Não dei atenção e logo ele saiu. Depois voltou e arrastou uma cadeirinha de criança que estava no canto. Novamente saiu de minha vista. No meio do meu sanduíche, a Gio falou qualquer coisa de alguém estar mexendo na mochila. Entendi que talvez alguém estivesse querendo passar. Aí veio uma moça falando "He took your phone!!!, he took your phone!!!... Meu raciocínio em marcha lenta pensou: bem, meu celular está bem aqui no meu bolso esquerdo, e a carteira no direito, como sempre. E continuam aqui. Que celular é esse que ela está falando? Ela repetiu a ladainha mais uma ou duas vezes quando eu fiquei em pé. Daí eu resolvi sair pra rua, ainda sem entender muito do que exatamente ela estava falando, mas já supondo que estava se referindo a uma câmera fotográfica Samsung que estava na lateral da mochila. Logo que cheguei na rua vi um cara passar de bicicleta e pensei: é o cara. Mas um camarada com cara de mexicano me falou que o ladrão havia se escondido atrás de um furgão que estava estacionado bem na frente. Ele falou: vá por lá que eu vou por aqui. Dei a volta co carro e vi um sujeitinho acocorado na rua, ao lado do furgão. Fui até ele, que se levantou e me mostrou umas moedinhas de 1 cent, falando que só tinha essas moedinhas. Não lembro bem se segurei ele ou sua roupa e o cara falou  Me solta, não toque em mim. Soltei o cara e dei uma olhada para ver se havia algum policial por ali, como nos filmes americanos. Foi o tempo suficiente para o sujeito sair numa corrida louca, atravessando a rua e descendo a Mason para o lado da Market. Fui atrás,sem muita convicção: o que eu haveria de fazer? Mas logo desisti e voltei pra lanchonete. Perdi o apetite. Raciocinei friamente que o que ele havia levado era uma máquina fotográfica barata, comprada no Paraguai no ano passado e que já havia copiado as fotos pro computador, como fazia todas as noites. Deixa pra lá... Algum tempo depois, pensando um pouco mais nas possibilidades, o cara poderia ter me dado uma estocada com algum furador.
A seguir a minha foto depois do episódio e, em seguida a foto do ladrão em fuga.




quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Macaé city

Penúltimas palavras:
 Sobre o voo S.José x Lima, decolou as 19:48 (hora BR) e chegou as 23:30 (BR); total 3:42. Saiu com apenas 3 minutos de atraso do horário marcado (15:45). A diferença de fuso entre a CR e o BR é de 4 h, no horário de verão.
Já o Lima x Rio, estava marcado para sair as 21:45 (00:45 BR) e saiu as 22:01 (01:01BR) e durou 4:50.
Sobre a TACA, que nos levou e trouxe. A TACA é uma aérea muito interessante. Tem hubs de conexão no Peru, em El Salvador e outros lugares, onde os vôos chegam para redistribuir para outros locais. Gostei dos vôos, os pilotos, com exceção de um pouso seco, aterrissaram muito bem, com suavidade. Melhor, na média, do que os da Gol, pela minha impressão. Nas viagens de 4 horas, serviram almoço/janta.
O Suzuki que aluguei em S José, com a locadora Mapache, 6 dias por 530 dólares.